REVOLUÇÃO CUBANA (1959)
- Rodrigo Hemerly

- 26 de jan.
- 2 min de leitura
O artigo da coluna Fatos e Personalidades da Nossa História, do mês de janeiro de 2026, do Jornal Abaixo-Assinado de Jacarepaguá e das Vargens, versa sobre a Revolução Cubana, e tem como objetivo básico esclarecer a população carioca sobre este importante assunto.
A Revolução Cubana foi um dos fatos históricos mais polêmicos ocorridos no século XX, cabendo pontuar que, de modo geral, essas polêmicas acontecem pelo fato de que enquanto havia diversas pessoas a favor do sistema político (comunismo), muitas outras eram contrárias a ele. Esse Revolução Cubana (1959) sistema foi implementado em Cuba no contexto histórico da Guerra Fria.
Esse país, ao obter a sua emancipação política (em relação à Espanha) após a Guerra Hispano-Americana (1898), acabou entrando na área de influência dos Estados Unidos da América (EUA), cabendo lembrar que, em virtude disso, a economia cubana ficou atrelada à economia estadunidense.
É interessante ressaltar que Cuba, durante os anos de 1952-1959, estava sob a ditadura de Fulgencio Batista Zaldívar (1901-1973), amplamente apoiada pelos Estados Unidos da América, porém foi extinta pela Revolução Cubana (revolução liderada por Fidel Alejandro Castro Ruz), quando o então presidente cubano abandonou o cargo, tornando-a, consequentemente, exitosa.

Em razão de uma série de motivos, Cuba se afastou da esfera de influência dos Estados Unidos da América, e ingressou então na esfera de influência da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), adotando o regime comunista pouco tempo depois da Revolução Cubana. A partir deste cenário, os Estados Unidos da América adotou uma posição hostil a Cuba, tentando, inclusive, substitutir o regime comunista pelo regime capitalista por meio da Invasão da Baía dos Porcos (1961) — a qual não logrou êxito no seu intento —, e implementar o embargo econômico, visando estragular economicamente o regime para forçá-lo a colapsar.





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