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RIO DE JANEIRO: QUE CIDADE É ESSA?

  • Foto do escritor: Val Costa
    Val Costa
  • há 17 horas
  • 2 min de leitura

O Rio de Janeiro é a segunda maior metrópole do Brasil. Segundo o último censo (2022), contava com 6.211.223 pessoas, distribuídas por uma área de 1.200 km², o que proporciona uma densidade demográfica de 5.174,60 hab./km².


A atual divisão político-administrativa do nosso município está estruturada de forma hierárquica para descentralizar a gestão urbana e facilitar o planejamento de políticas públicas. No topo dessa organização estão as 5 Áreas de Planejamento (APs): AP1-Centro, AP2-Zona Sul/Grande Tijuca, AP3-Zona Norte, AP4-Baixada de Jacarepaguá (atual Zona Sudoeste) e AP5-Zona Oeste. As APs subdividem-se em 33 Regiões Administrativas (RAs) que, por sua vez, fragmentam-se em 166 bairros oficiais.


Com o intuito de criar canais diretos entre os cidadãos e os órgãos municipais, cuidando principalmente da fiscalização de posturas e dos serviços de zeladoria, foram instituídas as subprefeituras, sendo elas: Subprefeitura do Centro e Centro Histórico, Subprefeitura da Zona Sul, Subprefeitura da Grande Tijuca, Subprefeitura da cidade do Rio de Janeiro é 0,799, ocupando a faixa de Alto Desenvolvimento Humano. da Barra da Tijuca, Subprefeitura de Jacarepaguá, Subprefeitura das Ilhas (Ilha do Governador, Fundão e Paquetá), Subprefeitura dos Grandes Complexos, Subprefeitura da Zona Norte e Subprefeitura da Zona Oeste.


O município possui três grandes maciços litorâneos: Tijuca, Gericinó-Mendanha e Pedra Branca. Este último abriga a maior floresta urbana do mundo: o Parque Estadual da Pedra Branca, uma Unidade de Conservação estadual de Mata Atlântica com 12.500 hectares. O litoral carioca, com cerca de 246 km de extensão, é marcado por um contraste impressionante entre o mar agitado, baías abrigadas e imponentes maciços rochosos à beira-mar, como o Pão de Açúcar e o Corcovado.


Economicamente, a cidade se destaca como um gigante do setor de serviços, do turismo, das finanças e da economia criativa, além de abrigar as sedes das maiores empresas de energia, petróleo e gás do país, possuindo um Produto Interno Bruto (PIB) de aproximadamente R$ 360 bilhões, correspondendo a cerca de 3,8% de todo o PIB nacional.


Segundo os últimos dados oficiais do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) no Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, o IDHM da cidade do Rio de Janeiro é 0,799, ocupando a faixa de Alto Desenvolvimento Humano.



Apesar de todas essas características positivas, o nosso município enfrenta, atualmente, uma crise econômica estrutural e um encolhimento inédito em sua população. Segundo os dados do Censo Demográfico do IBGE, a cidade do Rio de Janeiro perdeu 110 mil habitantes entre 2010 e 2022. A perda do dinamismo financeiro após os megaeventos esportivos afetou o mercado de trabalho e reduziu postos de empregos formais. Além disso, os altos índices de violência urbana e as crises políticas nas últimas gestões estaduais contribuíram para esse grande fluxo de emigrantes.


Para retomar o dinamismo econômico do Rio de Janeiro, é fundamental integrar investimentos maciços em segurança pública tecnológica, revitalizar áreas degradadas e aumentar a geração de empregos no mercado formal com incentivos fiscais para a atração de novas empresas.

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