• Almir Paulo

PARQUE ESTADUAL DA PEDRA BRANCA

Riqueza natural e cultural do Rio de Janeiro que precisa ser preservado


Moradores da Baixada de Jacarepaguá e de vários bairros da Zona Oeste estão denunciando construções irregulares, queimadas e desmatamentos no Parque Estadual da Pedra Branca.


Segundo Val Costa, professor, historiador e colunista do JAAJ, o “Parque Estadual da Pedra Branca (PEPB) é uma Unidade de Conservação criada em junho de 1974. Localizado na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, ele engloba 17 bairros cariocas e protege, juntamente com o Parque Nacional da Tijuca, o pouco que ainda resta da Mata Atlântica em nossa cidade. Com seus 12.393, 84 hectares e cerca de 80 quilômetros de perímetro, o PEPB é

considerado a maior floresta urbana tropical do mundo”.


O professor Val Costa salienta que o Parque da Pedra Branca é uma “Unidade de Conservação que possui uma riquíssima biodiversidade, com 43 espécies de peixes, 20 de anfíbios, 27 de répteis, 338 de aves e 51 de mamíferos. O parque também abriga cerca de 900 espécies de plantas. O relevo é formado por um conjunto de rochas graníticas e gnáissicas de composições, idades e estruturas variadas”.

Recentemente o jornal O Globo publicou um levantamento da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a partir de dados de satélites disponíveis, que revela o tamanho do estrago promovido especialmente por milicianos e narcomilicianos na cidade para erguer empreendimentos: de janeiro de 2017 a janeiro de 2020, o Rio perdeu 497 hectares em áreas verdes — 4,97 milhões de metros quadrados, equivalentes a duas Urcas — que deveriam estar preservadas.


O nosso Parque Estadual da Pedra Branca é riqueza natural e cultural do Rio de Janeiro que precisa ser preservado.

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