NA VENEZUELA NÃO SE TOCA!
- Almir Paulo

- 2 de jan.
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A história mostra que toda vez que uma potência se arroga o direito de decidir o destino de outro povo, o que está em jogo não é a democracia, mas o poder. O silêncio das instituições internacionais diante dessas ameaças revela que a soberania, muitas vezes, vale menos do que os interesses geopolíticos. Defender a Venezuela, neste momento, não é concordar com um governo, mas afirmar um princípio: nenhum povo deve viver sob a ameaça permanente da força externa. A paz verdadeira só existe quando o direito de decidir o próprio caminho é respeitado.
É inaceitável qualquer pretensão de intervenção ou invasão militar dos Estados Unidos contra a Venezuela. Diante da escalada agressiva do governo Trump, causa estranheza e indignação o silêncio da ONU e de organismos internacionais que deveriam zelar pelo direito internacional e pela soberania dos povos.
É inaceitável qualquer ameaça de intervenção militar dos EUA contra a Venezuela. Onde está a ONU? O silêncio é cúmplice.
Partidos políticos, organizações sociais, movimentos populares e entidades democráticas não podem se calar. É urgente somar forças na defesa da soberania venezuelana frente a mais uma ofensiva ilegítima do imperialismo norte-americano.
Reafirmo que os partidos, movimentos e organizações democráticas precisam se levantar agora. A solidariedade internacional é urgente e concreta.
A solidariedade internacional não é um gesto simbólico: é uma necessidade concreta diante de ameaças reais contra um povo que resiste. Que cada organização levante sua voz, denuncie essa agressão e fortaleça a unidade continental em defesa da autodeterminação dos povos.






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