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O ESTADO DO RIO DE JANEIRO VERSUS OS GOVERNOS DE CRIVELLA, PEZÃO E TEMER

Atualizado: 22 de ago. de 2021

O impeachment do governador Pezão ou a intervenção federal no estado são dois temas em discussão na OAB-RJ, cuja definição deverá ser anunciada no próximo dia 18 de maio. O Rio de Janeiro está agonizando diante do caos econômico, da falência dos serviços públicos de saúde, de milhares de servidores estaduais sem o salário de março e da crescente onda de violência.


Além disso, o estado cortou o Passe Livre de 27 mil estudantes das redes municipal e federal, e as obras de escolas públicas, tanto da rede estadual como da municipal, estão paralisadas. Enfim, os serviços públicos de modo geral estão precarizados. Nem o Tribunal de Contas do Estado funciona depois da prisão de cinco conselheiros denunciados por corrupção e recebimento de propinas. E a todo momento surgem inúmeras denúncias de corrupção e malversação de recursos públicos com obras superfaturadas.


O crescimento da violência no estado do Rio de Janeiro é assustador. Todos os índices de violência aumentaram a partir da crise. Uma “guerra” com inúmeras vítimas, que deixa o povo fluminense amendrontado. Estamos em maio, e o número de policiais baleados já chegou a 141, com 62 mortes. Em 2017, foram 120 vítimas de balas perdidas — 32 delas morreram. Nos últimos dois anos, 21 crianças e adolescentes foram mortas por balas perdidas nas comunidades onde viviam.


E os governos? O prefeito Marcelo Crivella e o governador Pezão estão, de certa forma, sem ação, diante de tantos problemas. E Temer assiste a tudo com profunda passividade e usa o Rio para justificar as reformas trabalhista e da Previdência.

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