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Fidel presente!

Fidel pra sempre em nossos corações


Fidel e a Revolução

 Por Carlos Motta*

Em 1995, em mais uma viagem a Cuba, assisti a um pronunciamento de Fidel Castro para aproximadamente um milhão de cubanos, que minutos antes caminharam com ele por toda a orla da capital. A década de 1990 foi difícil para a revolução, pois Cuba perdera seu principal parceiro, a URSS, e muitos analistas internacionais não acreditavam que o país resistiria à pressão capitalista de voltar a ser o quintal/bordel dos Estados Unidos. Mas Fidel foi enfático “Dura es nuestra lucha, pero más duro debe ser el temple de acero de nuestras almas. Las condiciones de bloqueo en que nos vemos obligados a resistir y avanzar exigen de todos une fuerzo sobrehumano, una firmeza inconmovible, una honradez absoluta.

O povo cubano assimilou os ensinamentos de Fidel, e Cuba se tornou uma potência humanista, garantindo com autonomia a simplicidade e a generosidade necessárias à sobrevivência, sem o “padrinho”. Assim, casa, escola, trabalho e saúde continuaram sendo assegurados a todos, além dos avanços na área médica, turística e cultural.

E Fidel finalizou: “¡Si tenemos que luchar cienaños más, lucharemos! Los que hemostenido el privilegio de conocer la libertad, la dignidad y la justicia, nunca nos resignaremos a vivir sin ellas.

Ou seja, com a morte de Fidel, Trump pode avançar com seu lixo cultural sobre Cuba, mas os princípios da revolução continuam arraigados nos cubanos. É um exemplo para o mundo de que é possível viver com justiça social e ser feliz sem os apelos consumistas. E o principal: sem explorar o povo e a natureza.

*Professor de Geografia da Rede Pública

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